
O Rapaz que não erad e Liverpool, conta a história de um rapaz chamado Marcelo. Sua vida era perfeita: pais legais, irmãos que se gostam e estava sempre juntos, uma namora linda chamada DJ (Daniela Jardim)...
Até que uma Aula de "BIOLOGIA" muda sua vida. Marcelo descobri que é "adotado" e para partir ainda mais seu coração "Seus pais vão se separar".
E agora? O que fazer com toda a sua história? Nem a paixão pelos Beatles -- oa tais rapazes de Liverpool --, que herdou do pai, parece segurar a barra. enfrentar essa situação não será fácil. Até porque ele percebe que terá de fazer isso sozinho. Mas... como?
"Pra mim o livro conta uma história muito linda sobre: família, adoção... Eu particularmente, me emocionei muito ao lê-la. E acho que todos deveriam ler!"
SOBRE O AUTOR: Caio Riter é professor e doutor em literatura Brasileira. Vive em Porto Alegrre, no rio Grande do Sul, onde nasceu. Publicou seu primeiro livro em 1994. Com este título, ganhou o 1º prêmoi Barco a Vapor da SM Brasil.
AdoçãoAdoção é o Direito Civil, é o ato jurídico no qual um indivíduo é permanentemente assumido como filho por uma pessoa ou por um casal que não são os pais biológicos do adotado. Quando isto acontece, as responsabilidades e os direitos dos pais biológicos em relação ao adotado são transferidos integral ou parcialmente para os adotantes. Na grande maioria dos países, o filho adotado possui os mesmos direitos de um filho legítimo.
Motivação
As pessoas adotam uma criança ou jovem por numerosos motivos:
• Impossibilidade de ter filhos biológicos
• Cimentar os laços com o cônjuge, no caso de adoção de filhos da esposa ou marido com um cônjuge anterior
• Auxiliar uma ou mais crianças em dificuldades
• Fomentar a integração racial, no caso de adoção inter-racial
No Brasil
No Brasil, a adoção é regida pelo Código Civil e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
• O adotante deve ser uma pessoa maior de dezoito anos, independentemente do estado civil, ou casal, ligado por matrimônio ou união estável.
• Além disso, a diferença de idade entre o adotante e o adotado deve ser de, no mínimo, dezesseis anos.
• Deve haver intervenção do juiz, em processo judicial, com participação do Ministério Público.
A adoção é irrevogável, mesmo que os adotantes venham a ter filhos, aos quais o adotado está equiparado, tendo os mesmos deveres e direitos, proibindo-se qualquer discriminação.
A adoção só se extingue em hipóteses especiais, por deserdação, indignidade, pelo reconhecimento de paternidade do pai biológico e pela morte do adotante ou do adotado.
Existem vários casos de adopção por casais do mesmo sexo no Brasil mas apenas após recurso aos tribunais.
As crianças disponibilizadas para adoção, geralmente em Abrigos, devem primeiramente ser destituídas de suas famílias biológicas (destituição do Pátrio Poder) por meio de um processo legal levado a cabo pelo Juizado, publicado em Diário Oficial, para então, serem adotadas pela família pretendente (outro processo legal). A família pretendente passa por uma análise de assistentes sociais, psicólogos, Promotoria Pública, e recebe finalmente a guarda provisória do adotando. Após o final do processo de adoção, os pais adotivos são autorizados a substituir a certidão de nascimento original pela nova certidão de nascimento, em tudo igual à anterior, mudando-se somente os nomes dos pais, avós, e eventualmente o nome da criança. Data, local de nascimento são mantidos. Não pode haver referência ao processo de adoção na certidão de nascimento.